Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009
Sera que vem aí o bom tempo?

Finalmente, o sol! Está um friozinho a lembrar ainda o desconforto das ultima semanas, mas pelo menos já se espalha por mim o optimismo. O sol vem aí!

 

Agora so falta marcar as férias, economizar uns tostões para as ditas e ir vivendo com essa idea a servir de estimulo para se continuar a voltar a acordar todos os dias e ir trabalhar.

 

Vamos lá a isso! :)

 



publicado por Sergio às 16:53
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
Fraude no paraíso das antilhas ou... simples Pirataria nas Caraíbas, mas do Estado?


De todas as coisas que me deviam preocupar agora (leia-se, "hoje em dia"), confesso que o Fisco e as coisas relativas a impostos não estão em posição muito alta na minha lista. Tais assuntos fazem-me o mesmo tipo de mossa que o Caso Freeport (do qual tenho opinião forte, mas relativamente à estupidez e indecencia de quem fomenta tais coisas com intuito de criar instabilidade) ou o já nauseabundo julgamento Casa Pia.

Encolho os ombros e abano a cabeça, mais do que com indiferença, com a indignação e frustração de quem já não espera muito do seu País e sua classe política ou da classe de individuos aparentemente destituidos de moral e principios mas prenes de egosimo e narcisismo que fazem o colegio dos nossos juristas, advogados e, tremam!, dos nossos magistrados e juizes.

Uma quebra de confiança geral na instituição Judicial e Legislativa é, também e no fundo, parte daquilo que um instituto recentemente veio chamar a atenção por ser um sinal grave de futura instabilidade social.

O pior é que mesmo exercendo o meu direito de eleitor, o que vejo é que qualquer mudança que se possa fazer é simplesmente para mais do mesmo, para muito de pior, ou para ainda mais de incerteza, insegurança e inconsequencia - e duvido que eu seja único nesse sentimento.

Portanto, à desilusão junta-se o sentimento de total impotencia e incapacidade para nos protegermos ou escolhermos quem o faça por nós. Daí a um cidadão vir de facto a tornar-se simplesmente num ser amorfo mas que numa turba se comportará como um total selvagem anti-social (tambem conhecido por "hooligan"), apenas vai um pequeno passo... Acho que temos visto isso a acontecer na Grécia e, mesmo, na Letónia, para além da "cena" com a criminalidade crescente que ja se sente por cá há uns bons tempos a esta parte.

Devo reconhecer que para mim o actual Governo, no meio da defecação intelectual e a excreção imparável de maus principios geral, comum ao "meio" em que chafurdam todos eles, destaca-se por ter pelo menos "parecido" querer fazer algo e por actuar de forma proactiva em casos que, no entanto, penso que qualquer pessoa de bom senso o memso faria. Enfatiso a expressão "bom senso": é que enquanto uns parecem tentar mostra-lo, outros simplesmente parecem querer mostrar-nos o quanto contrariados estão por não os deixarem também "brincar" e portanto vergonhosa e infantilmente tentam destruir a diversão de outros.

Mas o que suscitou a minha dúvida aqui, mais do que propriamente indignação, é como é que ainda nos regemos por uma lógica tão viciada no que se refere ao dever de pagar impostos. Refiro-me ao caso dos depósitos no Finibanco, nas Ilhas Caimão, um chamado "paraíso fiscal".

Primeiro, se é um paraíso fiscal, então que raio de cena é essa de se ter pagar impostos, ainda por cima num país que não é o das Caimão? Já aí não vos parece estranho, não?? Enfim, pelos vistos os próprios talões de depósito do banco lá tinham o avisoznho, portanto não é por aí que pode haver reclamação...

Depois, deixem-me só tentar estabelecer a lógica de raciocinio que me foi ensinada pelo meu "velhote" e outros anciãos com quem me fui cruzando ao longo da vida e que me influenciaram com conselhos ou exemplos. Esse senso comum a que me refiro, é o de que é honesto trabalhar-se muito, esforçar-se e dedicar-se, não gastar dinheiro em futilidades (ou, pelo menos, não muito), pagar os impostos e obrigações, contribuir para a Segurança Social de onde se espera mais ou menos optimisticamente que um dia venha a nossa reforma ou o alivio em momentos de doença, e juntar, economizar e preparar-se o melhor possivel para a reforma e para ajudar os filhos no seu espinhoso precurso da vida.

Faz sentido? Não fui eu o único que ouvi destas coisas, fui?

Não podendo nem querendo avaliar se os individuos a que as noticias se referem, foram ou não honestos trabalhadores que juntaram umas economiazinhas e as investiram onde lhes pareceu irem render mais, no entanto ocorreu-me logo que o "sistema" afinal pura e simplesmente desencoraja a honestidade.

 

Então, como me lembrava a minha mulher hoje de manhã, imagine-se que um tipo como eu leva uns 20 anos a trabalhar duro, paga impostos de todas as maneiras e feitios (como consumidor, ainda por cima, suporta o IVA em quase tudo!), desde impostos sobre o rendimento, impostos sobre transacções, sobre a venda da casa, sobre isto, sobre aquilo; no meio desse constante e vergonhoso sacar dos seus recursos, e vivendo com o seu salario que parece nunca acompanhar devidamente as necessidades e custos reais, la junta dinheirinho que vai pondo em contas a prazo e planos de investimento, dinheiro que ja é LIQUIDO de N impostos e obrigações e pelo qual ja se fartou de pagar e de repagar, necessáriamente!! E depois, lá se conforma e decide pô-lo a render num "paraíso fiscal", afinal porque se ficar por cá ainda o perde ou ainda tem que pagar ainda mais por ele e corre o risco de lhe sobrar muito menos do que planeara para a sua reforma...

Já estão a ver onde estou a chegar? Pois, ainda por cima, é acusado de "fraude fiscal" porque tentou protejer-se contra um estado irracionalmente dedicado a sacar e pouco fazer pelos seus cidadãos, mas que não deixa de empregar "fiscais" cuja personalidade parece ser a mesma de simples rufias treinados pela mafia para exercerem extorsão por todos os meios.

Vejamos, é bem possível, aliás parece mesmo que sim, que os senhores (ou senhoras) a que se referem tais noticias não sejam nenhuns santinhos nem nenhums velhotes reformados que trabalharam e sacrificaram pelos filhos e familia a vida inteira! Não sou ingénuo a esse ponto.

Pelo menos, porém, admitamos que, e seguindo um padrão geral que se nota quando se trata destas coisas, os "maus e feios" geralmente são uma minoria entre a multidão de gente boa e cumpridora (quiçá "bonita" :-D ) e por isso mesmo são mais visíveis do que as maiorias em geral. Há sempre tendencia de generalizar, isso é sabido, mas o facto anterior não deixa de ser verdadeiro. Assim, penso que é necessário apanhar e fazer cumprir a lei aos parvalhões que só causam instabilidade aos outros que se calam e "comem" constantemente.

Para mim o problema real não está aí, no entanto. O que acho é que se torna também em padrão visível o facto de que o nosso estado está constantemente a sacar, indiscriminadamente, e não dá qualquer esperança de que um individuo que seja de facto honesto consiga quebrar o ciclo da miséria e falta de prespectiva de futuro a que nos condicionam constantemente. E quando se imiscuem de forma tão obvia na vida privada de uns (ver as contas de cidadãos num Banco, ainda por cima no estranjeiro, a pretexto de investigar "esse" banco???!!) também o faz na de outros e, claramente, abusa do seu mandato e poderes. Para apanharem os "maus e feios" fazem-no por qualquer meio e, deplorávelmente, encurtam a liberdade e assustam, ameaçam e tiram a esperança aos que sempre para eles lá estarem contribuiram.

Onde é que já ouvimos falar disto, afinal? :-( Pois...!

A credibilidade, afinal o que está em causa no fundo, das instituições e do Estado acaba por ficar não mais do que ao mesmo nível da dos cidadãos infractores e perpretadores de "fraudes fiscais". É um estado pirata e, lamentavelmente, gosta de o ser e quem para "ele" trabalha não parece ter nenhum peso na consciencia ao fazer de rufia ao seu serviço (ignorancia ou patologia social?).

Se calhar a "crise" virá limpar isto tudo, com os cidadãos a entrarem em modo de turba indisciplinada, à grega :-), e a baterem finalmente o pé e em coisas. Ou virá só piorar  irreparávelmente, se o "Estado" entrar numa de sacar ainda mais para se salvar, por qualquer meio e a qualquer pretexto, deixando os cidadãos sem força para se "calçarem", quanto mais para marcharem e gritarem insultos...

 


 


sinto-me: Preocupado e algo confuso

publicado por Sergio às 11:43
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos
|

Terça-feira, 9 de Setembro de 2008
Praxe Administrativa

Vejamos este cenário:

 

- um miúdo que tenha que ser transferido de escola por ter mudado de morada;

- os pais pedem vaga, a escola diz que nao tem vaga; aliás, adiantam "mas ele já está inscrito numa escola, na de onde vocês vêm" (!!!!)

- os pais vão à DREL e expõem o caso (então mas não tem que haver vaga na àrea de residencia??? hein??)

- os da DREL sorriem e oficiam a escola em questão

- a escola por artes de magia coloca imediatamente o miúdo...

 

E, agora a outra parte:

 

- para efectivar a transferencia, a escola exige que os pais vão de folha carimbada em mão à escola da anterior residencia entregar essa folhinha EM PESSOA. Ah! e trazer de lá uma outra folhinha carimbada...

 

Acham normal???? :-O

 

É porque esses da escola não puderam enviar a porra da folhinha por FAX porque ((insere aqui uma forte razão inteligente)), claro!!!

 

Enfim :-( Óbviamente que a mudança de residencia não foi exactamente PARA A MESMA CIDADE!!!!

 

Como é que é possível? Será falta de inteligência ou apenas vontade de chatear?

 

 

 

 


sinto-me: fulo e frustrado
|| tags:

publicado por Sergio às 18:05
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008
Estíolo
Quase não acredito que o meu último post aqui tenha já sido em Agosto do ano passado!

Para não variar ao tema, de facto dir-se-ia que as insónias se foram, hein? Deveras, sofro das mesmas, sem remissão segundo parece. Aliás, acrescento: ainda estão mais graves!

Apenas não tenho estado sozinho, capaz de organizar pensamentos e com eles me quedar em silêncio, com eles me deixar acompanhar pela noite acima. E, depois, e só então que azedos ou rançosos de estíolo auto infligido, deixá-los sair ébriamente num qualquer blog que da Insónia faz tema.

É que, sózinho, sempre se pensa. Pensa-se sozinho, ouvem-se os nossos próprios resmungos e depois, sem estímulo nem escuta absorvente, não haveria remédio senão deixá-los impestar as noturnidades de outros por aí. De outra forma, quando se chega ao ponto de que já não se quer deixar cá dentro nada, o cansaço já vence e a culpa de ver que houve interlocutor faz-nos pura e simplesmente desistir do intento. E assim fica em estado de estíolo um blog de insónias...

... e uma alma que não encontra respostas, num corpo em que a razão duvida constantemente se esta ( a alma) existe. Fica então apenas o silêncio. E nada muda.
sinto-me: em remissão

publicado por Sergio às 16:59
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos
|

Sexta-feira, 10 de Agosto de 2007
Que diferença há entre "desilusão" e "desapontamento"?

Eis que, para não variar, vos apresento uma pergunta de retórica, óbvia e sem vergonha destinada ser respondida por mim próprio, arrogantemente convencido que alguém quer saber o que penso seja do que fôr. :-)

O facto é que ando a cojitar exactamente sobre este tema há pelo menos umas duas semanas. Para ser igual a mim mesmo, eu que pouco escrúpulo teria em te contar o fim de um filme logo que este começasse, vou dizer-te qual a minha sumária conclusão: Desilusão não é o mesmo que Desapontamento. Por isso, é perfeitamente legítimo sentir ambos. E, só para adoçar um pouco mais isto, afirmo que eu próprio sinto ambos.

Como sou orgulhoso e nunca me foi fácil admitir que, afinal como todos os membros da espécie humana, eu tenho fraquezas e inseguranças, eu ainda não tinha admitido a mim mesmo que estava a viver uma ILUSÃO a qual necessária e cartesianamente conduz à inevitável DESILUSÃO. É assim como uma lei da vida, uma regra da natureza. Quando de mente, desmente-se, quando se sobe, cai-se, quando se desce, fica-se enterrado, etc et al, portanto quem se ILUDE, DESILUDE-SE. Hey, e não me digam que estas associações todas aqui apresentadas são Pessimistas, porque até nesse caso vos posso dizer que para Optimismo resulta sempre o inefável pessimismo com a lição aprendida!

Assim, tudo se constroi à volta de uma Ilusão, a qual conduz a períodos de eufórica felicidade fátuamente suportada por óbvia cegueira à realidade e por um optimismo que raia a loucura e que esconde factos e circunstancias cruciais, mas que conduz a um estado de Desilusão e à tal lição: se eu for Pessimista, as expectativas mantêm-se perto das linhas neutras, ou negativas, mesmo, e portanto difícilmente se instalará a Desilusão, a qual provoca dor e pode até ser incapacitante. Ergo, ser pessimista é melhor. Começa-se já pelo fim do execrável filme do desapontamento, evita-se a perca de tempo em caminho de uma inevitável desilusão.

Note-se que nos últimos tempos eu não fui o único idiota a ter ilusões e a ter sido demasiado pessimista. Aliás, estou convencido que nasce um a cada 5 minutos, senão menos! Mas claro, o facto de saber que não estou sozinho, altera alguma coisa? Altera??

Tudo realmente se prende com eu finalmente ter sido optimista e ter acreditado em alguém que, com grande insistência, me pediu, sic: "não podes por uma vez acreditar em alguém na tua vida?". Seguiram-se as inevitáveis juras de "felizes para sempre" e as declarações de intenção de aumentar a prole da raça, entre outras, tudo isto rodeado de um esperado e inebriante optimismo, poderosamente contagiante, hipnótico quase. Quem não quereria ter encontrado em alguém a fonte da felicidade que se busca há tantos anos - e agora notem, infrutiferamente? Como evitar sentir que afinal já não há muito tempo (pessimismo sensato) e que é importante agarrar a oportunidade e não perder essa mão que o destino inesperada e surpreendentemente nos estende (optimismo cego)?

Seria muito mais seguro mantermo-nos barricados na nossa certeza pessimista e sensata de que as coisas nunca mudam assim, ninguém jamais nos trará felicidade, do que simplesmente sucumbir ao sonho de que afinal até há um destino e que este pode de facto juntar duas pessoas num momento certo, um momento óptimo das suas vidas. Pois é, já estão a ver. Eu caí nessa, completamente.

Tenho um amigo que diz com grande sabedoria que "quando te vires dentro de um buraco, pára de cavar!". Eu estou no buraco aberto com o poder do optimismo, que até nem era meu, e decidi parar de cavar, agora mesmo. Parei. Olho para cima, de dentro desse poço em que me vi enterrar pelas minhas próprias mãos e penso apenas que é melhor assim me deixar ficar um pouco, desiludido e desapontado, do que tentar sair daqui já, certo de que assim que começar a fincar os meus dedos crispados de dor e desespero nas paredes deste poço, apenas causarei mais derrocadas que mais me enterrarão. Nah, nem me vou mexer, por enquanto.

Portanto, acho que já expliquei que para se estar desiludido é necessário que tenha havido uma Ilusão em que acreditámos com optimismo, certo? Agora, deixem-me tratar do Desapontamento.

Neste caso, as coisas são de facto diferentes porque acho que não dependem assim tanto de algo que nós próprios tenhamos "construido" mentalmente, embora com sinceridade e tentando não ser demasiado cínico, possa reconhecer que a Expectativa criada pela Ilusão possa ter tido um papel importante. Mas no fulcro desta questão está que, para se ser desapontado, tem que ser porque ALGUÉM nos desapontou!!

Assim, apesar de eu reconhecer sempre o meu papel em ter sido completamente estúpido e cretino (nada de novo por aí...), há de facto lugar a intervenção de alguém que, por actos e palavras, pensamentos até, nos fez ser optimistas em relação a algo. Essa pessoa, por motivos que nos são alheios e que não estão em discussão aqui, pois cada um tem todo o direito de mudar e seguir os seus proprios rumos, foi quem nos desapontou por não ter afinal sido aquilo que acreditámos que seria, por não ter feito o que pensámos que faria, por não dizer o que esperámos que dissesse.

Afinal, de novo, a culpa é inteiramente nossa, e de forma nenhuma estou a dizer que seja dessa pessoa: eu é que fui acreditar, pensar e esperar que essa pessoa correspondesse a uma expectativa MINHA, apesar de eu ter tido a Ilusão que essa pessoa assim me tinha prometido. Bem a ilusão pode até ter sido bem real, na forma de SMS's, emails, telefonemas et al em que há uma abundância de expressões que geralmente levam as pessoas a pensar que essa pessoa está de facto determinada, apaixonada e pronta a partilhar o resto da sua vida connosco. Verdade seja dita, nada do que nomeei aqui pode mais ser provado: não gravei telefonemas ou conversas, não copiei os sms porque, num momento de desapontamento e desilusão, os apaguei todos, e já nem vou ao email tentar torturar-me com coisas do passado. Aliás, uma das frases dela foi mesmo: isso já aconteceu, já foi, agora há outras coisas... Já fustigado por mim mesmo, como deixar de me sentir um idiota após uma frase destas?

Eu, aliás, quando olho para toda a situação apenas sinto já indiferença, pois a força da dor e o poder do desapontamento mais a vergonha da desilusão foram tais, que não passou ainda umas duas semanas e já nem consigo sequer pensar em voltar ao que era dantes. Nem que a pessoa que rompeu as minhas ilusões - obrigado! eu precisava, e esta recaída de juvenilidade precisava de ser cirurgica e rápidamente tratada - venha a tentar de novo. O facto é que já passou, quase tão rápido como veio, como um comboio que parou num apeadeiro pequenino e que se pôs de novo em movimento inexorávelmente dirigindo-se ao seu destino, tão mais distante e tão mais longe de quem nos ilude.

Assim respondo à minha própria pergunta: Desilusão e Desapontamento existem juntos, e têm algo em comum: ambos me tiram o sono. Mas vai sendo cada vez menos, e cada vez com menos frequencia. Por isso, e apenas por isso, estou Optimista: NÃO serei DESILUDIDO nem DESAPONTADO de novo simplesmente porque não terei mais Ilusões, não mais acreditarei e criarei Expectativas e jamais darei ouvidos a alguem que me prometa um "happy forever after" ou coisa semelhante. Isso, amigos, é coisa de crianças que acreditam no Pai Natal - o qual, como todos sabem, é uma Ilusão... :-D

Do vosso

-Sergio
sinto-me: totó, mas a recuperar rápido!!

publicado por Sergio às 18:37
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos
|

Terça-feira, 26 de Junho de 2007
A doce calmaria
Tirando as vezes em que me sinto irracional e irremediávelmente romântico - o que, para mim, parece ser habitualmente sentido quase como uma doença, mas que agora me inunda de prazer e calma - é do conhecimento comum que sou azedo e cínico.

Por isso, e porque tal estado de espírito que corresponde à norma em mim, tem andado arredio e difícil de emular nos últimos tempos, parece-me bem que se pode considerar que estou numa calmaria qualquer, um marasmo, parado aí algures num oceano de paz em que se adivinham lá longe umas vagazitas de cristas ameaçadoramente espumantes.

Os perigos ainda estão longe, a adrenalina e as defesas ainda dormem. Mas estão lá, eu vejo-os. Não perdem pela demora.

Deixem-me agora descansar que eu logo vos digo se sou ou não o indecoroso e inabalável "bastard" do costume! :-)
sinto-me: Calmo

publicado por Sergio às 10:52
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Sábado, 16 de Junho de 2007
Saudades
Tenho mesmo saudades.

Tenho saudades de estar apaixonado. Mais, sinto a falta de sentir aqueles baques no estômago, aquelas inseguranças que nos precorrem o corpo como se não estivessem só na mente. Tenho saudades mesmo, de poder pegar nela como se fosse minha, naquele momento alheio de fosse o que fosse e, sempre a sorrir, convencê-la de que está tudo bem, que amanhã ainda estaremos apaixonados, que há uma forma, uma maneira de nos fazermos um só que não seja só esta...

Será que volta? Eu sei que volta, por fugazes momentos, por fugazes e enganadores momentos de esquecimento e euforia. E esses momentos vão sendo cada vez menos frequentes, cada vez menos credíveis. Cada vez menos possíveis, nem que só na minha mente - ainda assim e por isso mesmo tornados inalcansáveis.

Mas, hey!, ainda sonho! Ainda sou capaz de a olhar nos olhos e, mesmo sabendo que é mentira, fazer-lhe promessas que vão doer. Pior, faço-as com sinceridade, e pior ainda, vão-me doer é a mim!!!

Fa-lo-ia só para poder reviver o momento, tão preverso e leviano me sinto. Tão egoísta e desprendido. So para poder sentir aquele estremecer de esperança, aquele suor, perlado na testa, de ansiedade pela coisa boa que lhe segredo de forma tão desonesta, porque sei ser impossível, porque sei ser apenas um sonho que eu nunca poderei concretizar, que nem ela poderá jamais ver porque ela mesma sonha...

Já não creio e penso que é impossível. Hoje, noite ou dia, só me revejo patéticamente na minha promessa vã, no meu sonho que só posso ter quando estou acordado. Nem a dormir já sonho assim. Nem a dormir.
sinto-me: Desiludido

publicado por Sergio às 00:47
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Sexta-feira, 15 de Junho de 2007
Acabei de notar...


Que desde Fevereiro que não escrevo nada. Antes, confesso, nada que eu tivesse escrito me faria sequer pensar por um momento que qualquer relevancia tivesse, e assim permanecem as minhas opiniões e pensamentos.

Não passo afinal de mais um numa multidão indesejada e parda de solitários que escrevem para débito digestivo das suas próprias tripas intelectuais... se é que de intelecto sequer se possa falar.

O pior desta treta toda, é que só escrevo quando nada me inspira e quando me sinto apenas amorfo e a flutuar no miasma malcheiroso da minha vida sem destino. Por isso, nada de consequencia sai do meu teclado. Está explicado, e eu nunca fiz alarde de nada contrário. Ou, pelo menos, assim espero.

Afinal, escrever para ninguém ler é como dar um daqueles traques malcheirosos e vis, insuportáveis, que qualquer pré-adolescente consideraria sem hesitação ser uma obra de arte, se o cheirasse. Mas fazê-lo sem audiencia olfactiva, concordemos, é um desperdício.
sinto-me: Malcheiroso

publicado por Sergio às 21:13
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Domingo, 25 de Fevereiro de 2007
O que realmente me tira o sono

Nunca deixei de me surpreender com a quantidade de motivos (desculpas?) que invento para explicar as minhas insónias. Eu próprio, o primeiro e mais acutilante crítico que eu poderia enfrentar, acreditem, fico infantilmente ruborizado a enumerar-me a mim mesmo as desc... err, os motivos.

Para vos descrever o fenómeno, àqueles menos familiarizados com o dito, a coisa passa-se assim: eu deito-me naquele sofá, em que nem me dou já ao trabalho de pôr lençois nem de abrir, completamente arrasado, fatigado, as pálpebras a fecharem-se com uma sensação de areias a arranhar os olhos. No acto de me deitar, ou melhor, de me deixar cair, já sorrio na antecipação de que, porque me sinto assim tão cansado e sonolento, o sono virá e eu, finalmente, dormirei uma noite seguidinha, descansadinha, sem sonhos e sem pesadelos.

Claro que ainda antes do meu corpo, já inerte, embater no colchão, eu estou absoluta e perdidamente adomercido. Claro. O suspiro de alívio por tal ter acontecido, esse, já nem o sinto conscientemente, apenas me invade de forma vaga e ténue no início do primeiro e inevitável sonho, involuntário e descontraído.

E eis que no meu doce primeiro sonho, sonho confuso e que nunca me lembro se é colorido ou a preto-e-branco, me assaltam as memórias. Sim, memórias :-(

Pois é, com facilidade quem me lê imediatamente pensará que são "más" memórias, certo? hahahahaha (isto é uma gargalhada de falsete, óbviamente nervosa...), são de facto as BOAS memórias que me invadem. Sim, as "boas". Repito, as memórias dos momentos lindos e inesquecíveis, ou as de momentos não menos importantes, em que eu me senti bem, em que eu me senti pessoa completa, em que eu me senti realizado. Surpresa?

LOL!

Até eu me surpreendo! O facto é que é a PERCA desses momentos, a sensação de que não voltam ou a certeza da injustiça de não serem reconhecidos, apreciados, acarinhados, lembrados, que me acorda imediatamente. Não é a dormir que sinto a perda, não. É só logo que acordo :-( Não é no sonho, que ela me doi, nem no pesadelo. É assim que conscientemente começo a pensar, já acordado, nisso tudo.

E então, sentindo a segurança de não ser testemunhado, na solidão do meu quarto onde só uma vela aromática faz tremeluzir uma luz ténue, eu acendo um cigarro, limpo num gesto mecânico uma lágrima involuntária e sempre inesperada, e forço-me a deixar de me lembrar. Sem sucesso, claro.

Sem sucesso, porque então elas vêm todas. As memórias.

Mas então, então já é tarde. Então já estou acordado. Então já o sonho está perdido. Então já sei, sem espaço para qualquer dúvida, que afinal não existe o sonho, quee era apenas uma efémera ilusão, uma fútil vontade de que o mundo fosse como eu pensava que era. Que o mundo fosse como eu, afinal, sonhava que era.

Era um sonho. E foi o sonho que, afinal, acabou por me deixar acordado, que finalmente, irremediávelmente, me tirou o sono.
sinto-me: Insone, pois...
|| tags:

publicado por Sergio às 02:39
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007
Suspiros...
O suspiro, inesperado mas inevitável, surpreendeu-me assim que veio. A surpresa de suspirar, de novo. A supresa de sentir, de novo.

Aconteceu e, desprevenido, fiquei a inspeccionar-me e a perguntar-me o porquê. É que desisti de sentir há tanto tempo, quero a protecção do oblívio, quero mesmo é ignorar tudo e apenas olhar em frente.

Mas veio o suspiro. Invasor e surpreendente. Porquê? Não o queria, não o desejo, penso que é denecessário e inútil. Mas, sem escolha, sem respeito pela minha vontade, sem qualquer oferta prévia ou aviso, de assalto, soltei-o sem querer.

E fiquei, supreso, a pensar em ti. Sim, em ti, doce desconhecida, em ti, linda alma solitária que me surpreendeste com as tuas palavras. Tu, que me acordaste assim de repente, e me fizeste soltar um suspiro. Como te esquecer, agora? Como deixar de pensar que existes, se o suspiro afinal veio, invasor e inesperado?

O suspiro, um sussuro afinal, foi apenas um sonho que se soltou num murmúrio. "Existes?" Era uma pergunta e uma esperança. Afinal, apenas uma esperança.

Será? Sabes, partilharei mesmo o meu sorriso contigo e serenamente levar-te-ei comigo por um caminho em que ambos seremos incapazes de não nos olhamos nos olhos, incapazes de não nos amarmos, incapazes de não ficarmos com as estrelas e o céu só para nós. Peço, por tudo quanto é precioso, que sim, que seja verdade, que não tenha apenas sido um suspiro perdido...


sinto-me: Triste
|| tags:

publicado por Sergio às 02:01
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2007
Só por ser hoje...

 
 
Dia de São Valentim. Dia dos Namorados. Só por ser hoje, escrevo isto. Sabes que vou apagar tudo, logo à noite. Tudo.

Não estás comigo, mas tu és a minha namorada. Ainda não me queres, mas não deixas de me desejar. Ainda nem sabes quem sou, porque me imaginas diferente, porque tens medo que eu seja como tu receias tanto, mas não me resistes, não me ignoras, embora pretendas que nada significo para ti.

Apago tudo, porque não te quero mais lembrar neste dia, e também porque não me quero recordar de que escrevi isto. Só vale pelo momento, pelo dia, pelo sentimento que agora intensamente me avassala, esse sentimento de estar só, e de ao mesmo tempo te saber aí, mas não minha.  Não minha, ainda. Não agora.

Te digo, se tivesses já escolhido, ambos teriamos o prazer do sorriso involuntário e expontâneo após um beijo inconsciente que não é mais que um toque dos nossos lábios, perdidos numa multidão qualquer, enquanto distraídos caminhamos por uma rua de montras. De mãos dadas. Distraídos.

E depois, mesmo sem querermos, como se a natureza fosse nós mesmos, estariamos juntos num abraço intenso e tão longo que pareceriamos um só, sentiriamos como um só, fariamos como um só. Como se fossemos um só. Como se fossemos apenas parte de um momento do  universo em que só nós mesmos existiamos. Os dois, em extase e em paixão. Numa carícia tão íntima, tão perto. A melhor carícia que te podia dar e que tu me darias também, a mais especial, que ambos partilhariamos com a mesma intensidade, a mesma vontade, o mesmo sorriso que trocariamos a olharmo-nos nos olhos. Olhos nos olhos, as almas e os corpos juntos, o universo já esquecido, o dia já insignificante, tudo o resto adiado por agora.

Logo apagarei isto. Este texto não é mais do que um sentimento, uma perdida esperança. Se leres, sente. Ao menos isso.

Só hoje. A natureza, o Universo, amanhã terá renascido, e tudo se renovará, tudo continuará. Mesmo que tenhas sentido intensamente o que te digo aqui. Ou mesmo que nada tenhas sentido. Mesmo que eu tenha apagado este texto, ou mesmo que o tenha aqui deixado.

Até amanhã. E lembra-te. Sempre.

(Dia de São Valentim, 2007)

sinto-me: Romantico, claro.
|| tags:

publicado por Sergio às 01:34
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Domingo, 11 de Fevereiro de 2007
Sem nada de especial a dizer...

...Só que adoro a vida. É só isso que me resta. E quero vivê-la de uma forma plena e completa.

Se me queres conhecer mesmo. diz-me. Eu te mostrarei as estrelas e a lua, até o sol. E isso, será para sempre, se ficares comigo e me quizeres.

Surpreenderte-ei, porque de nada menos sou capaz. Nada menos quero de ti, também. Eu sei que me queres e que de mim farás algo que será mais do aquele anónimo, aquele sem-nome e sem-cara que aqui vês.

Ainda não te mostro quem sou, não porque me ache precioso, apenas porque te quero descobrir primeiro. Pelo contrário, sei que és precisosa, especial e muito mulher. É só o que peço, que assim sejas. Que sejas tu mesma, que me mostres esse tesouro que escondes porque pensas que ninguém aprecia ou procura. Talvez eu possa ser o teu tesouro também, porque sei que existes, porque eu existo.

Para ti, tenho mais do que isto. Tenho o sol, a nascer numa falésia inesperada, de mar bravo mas que nos embala, num lugar qualquer em que até tu te surpreendes por te dar conforto. 

Tenho a lua, reflectida nos teus cabelos, nos teus olhos, num momento em que te sinto o aroma da pele, te sinto tão perto, tão pronta, tão minha.

Tenho as estrelas, que te ofereço com serenidade e certezas que te conto ao ouvido, com certezas que nem eu sei, mas que são sonhos, certezas de que será para sempre que contigo contemplarei as estrelas.

Tenho o mar, que nos embala num momento de esquecimento, e tenho a chuva que nos faz querer estar tão juntos e tão quentinhos debaixo dos nossos cobertores, a falar apenas, a sonhar apenas.

E tenho mais, tenho paixão - tenho por ti, que estás aí (eu sei), a vontade de te fazer mulher, de te fazer sentir que o mundo existe e que eu te adoro, e que eu te sei fazer tão mulher. E que assim me farás homem, porque só assim poderá um homem ser de facto ele mesmo, quando te encontra...

Para ti, também te oferecerei a surpresa de me descobrires e de sentires o orgulho de me dares o braço quando caminhamos numa rua, e assim também me fazeres sentir especial. Dar-me-ás o prazer do ciúme, quando as tuas amigas te falarem de mim, e far-me-ás sentir que sou para ti importante quando, sem reservas, ficares a meu lado e mostrares sem reserva, também, que eu sou teu.

Tu és especial, tu és quem eu quero. Eu sei que existes. Sei.  Sei porque já te tive e já te amei, e já não sei se foi só em sonhos. Sei, porque te vou amar para sempre. Sempre.  Diz que existes. Só assim saberei que afinal não me enganei...


(Nota: Sei que podes ter lido este texto algures que não aqui. Assim, descobriste então a verdadeira identidade do seu autor. Benvinda/o. Preserva essa informação, e, se te surpreendeu, lembra-te: há sempre amanhã, por isso escolhe bem o que fazes ou pensas HOJE :-) Cheers!!)

sinto-me: Sempre romantico. Surpresa?
música: Momento, de Pedro Abrunhosa
|| tags:

publicado por Sergio às 01:22
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2007
Manifesto (de Janeiro...)

Manifesto, em primeiro lugar, e para não variar, a minha completa e intempestiva irritação comigo próprio por só me dar para escrever quando estou insone. É chato, é prejudicial, e quando começo a escrever posso, de facto, estar insone, mas a meio da coisa já estou é meio a querer ir dormir, e portanto, involuntária e passivamente, a minha insónia tão pouco inspiradora transforma-se numa vigília estúpida e a nada conducente que não seja a eu chegar tarde ao trabalho e a ter escrito uma porrada de coisas que ninguém lê.

Aliás, ontem mesmo, um imbecil qualquer "marcou-me" (a mim e a mais uma data de vítimas do sistema) uma reunião às 9:15. Ridículo. Foi tão óbvio que o que ele queria, infantilmente, era provar era que eu não ia chegar a tempo, que recebi uns 7 emails de "parabéns" por ter finalmente sido notado. O energúmeno em questão recebeu uma cópia fortuita e involuntáriamente dirigida ao dito, e, provando completamente o ponto, veio ter comigo a cumprimentar-me pela reacção "positiva" dos colegas "em me terem reconhecido pela escolha 'dele' e pelo 'encorajamento' que me deram". LOL! Adivinhem quem NÃO chegou antes das 10:00 ???? Esforço infantil (nem para ser qualificado de "juvenil" tem direito!), inútil e, ya, fútil. Aliás, tudo isto para discutir algo que já lhe ando a dizer desde Agosto do transacto ano. Rings a bell?? :-D

Enfim, vamos lá ao dito manifesto:

Ponto Um:

Em janeiro, JAMAIS chegarei a tempo a uma reunião que seja marcada para as 9:15. È ridículo, a gente trabalha em Carnaxide, imaginem esperar que o pessoal do escritório de lisboa consiga de repente descobrir o percurso correcto para cá chegar a tempo. Ou chegam de madrugada ou encravam no trânsito. Portanto, seja quem for o estúpido que o fizer, devia era ter visto que eu vivo a 10 minutos, a pé, do trabalho !!!! LOL!!!!!!!!!

(Isto para não mencionar o facto de que, a fim de os colegas chegarem a tempo, terão de alterar as suas rotinas diárias e, de facto, "roubar", pelo menos!, mais umas duas horas ao seu dia pessoal - duas horas NÂO PAGAS!!!!!)

Ponto Dois:

Em Janeiro, SEMPRE farei os possíveis por frustrar qualquer imbecil que eu conheça, seja este (ou esta) de género feminino, masculino ou outro de escolha pessoal do mesmo ou mesma. Estou farto de imbecis. De qualquer género.

Ponto Três:

Em Janeiro, NUNCA deixarei de defender os meus colegas estranjeiros contra os imbecis, de qualquer género, que marquem reuniões ou não. Basta serem imbecis. Estou farto de ver os meus colegas serem explorados, vilipendiados, abusados, mal pagos e, ainda por cima, sentirem-se culpados por tal. Farto mesmo. E eu sei, não é problema meu ...

Ponto Quatro:

Em Janeiro, CONTINUAREI a ser o mesmo Sérgio. Como poderia não o fazer? Essa, pelo menos, é uma resolução que vou cumprir. Mesmo que seja só em Janeiro :-D


Ciao. Tenham um óptimo ano de 2007. O meu, esperadamente, vai ser insone. Mas vai ser interessante e louco, como sempre. Pelo menos a julgar pela passagem de ano, hehehehe. Fiquem bem. Fiquem SEMPRE melhor.

Do vosso, sempre,

-Sérgio
sinto-me: Pronto para dormir...
|| tags:

publicado por Sergio às 01:57
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Terça-feira, 26 de Dezembro de 2006
Telemóvel perdido
Amigos e Amigas,

Que melhor lugar para vos fazer saber que perdi o meu telemóvel?

Assim, já sabem: não estou contactável para o numero habitual Por isso, queriam enviar-me os vossos respectivos numeros por email, pois com a perda do dito aparelho assim se perdeu também a minha lista de contactos. A quem me contactar e que me envie os seus numeros de telefone, eu informarei de qual é o meu novo numero. De contrário considerarei que não querem que eu vos contacte mais e será assim em definitivo.

Abraços!

-Sérgio
sinto-me:

publicado por Sergio às 10:50
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2006
Feliz Natal!
Nem eu, o amargo e algo incisivo insone que por aqui debito impropérios e refilices, estou imune a me sentir de uma forma algo especial nesta época. Tenho consciência plena das vezes em que, no passado, apenas me sentia frustrado e deprimido por esta altura do ano. Estavá só, e este ano não é excepção. Mas este ano, algo diferente anda no ar para mim :)

Por isso, é com vontade e, de certa forma e ainda que contida, alegria, que vos desejo a todos um

Feliz Natal 2006 !

Conto voltar pelo Fim de Ano para marcar essa data também. Veremos se estarei então mais inspirado e venha a sair do meu teclado, gasto pelo uso e pelas tantas fúrias e insónias que me têm levado a escrever, algo mais imaginativo do que um simples "Feliz Ano Novo". Veremos.

Do vosso,

-Sérgio
sinto-me: okay!
|| tags:

publicado por Sergio às 17:44
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

|| mais ...
pesquisar neste blog
 
Fevereiro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28


|| posts recentes

Sera que vem aí o bom tem...

Fraude no paraíso das ant...

Praxe Administrativa

Estíolo

Que diferença há entre "d...

A doce calmaria

Saudades

Acabei de notar...

O que realmente me tira o...

Suspiros...

Só por ser hoje...

Sem nada de especial a di...

Manifesto (de Janeiro...)

Telemóvel perdido

Feliz Natal!

|| arquivos

Fevereiro 2009

Setembro 2008

Fevereiro 2008

Agosto 2007

Junho 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Dezembro 2005

|| tags

todas as tags

|| favoritos

Efeméride

Desabafos #4

Os velhos do restelo

|| links
|| imagens
|| o tempo
Click for Ponta Delgada, Azores Forecast
 Use OpenOffice.org
Visit the Free Software Directory
blogs SAPO
subscrever feeds